No ano letivo 2014/2015, somos a sala H da Escola Básica Nuno Álvares em Carregal do Sal!!
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Explosão de cores

Material necessário:
Leite
Corante alimentar de várias cores
Detergente da loiça
Palitos e/ou cotonetes


Numa primeira fase as crianças experimentaram a pares, colocando gotas de corante alimentar no recipiente onde foi colocado um pouco de leite,


Depois molharam o palito no detergente da loiça e tocaram com o mesmo nas manchas de cor





Resultado: As manchas coloridas mexem-se e  as cores misturam-se.
"Parece um arco íris....o meu parece um planeta"
Numa fase seguinte as crianças insistiram para experimentar individualmente. Experimentaram e tornaram a experimentar, dando vários indícios que estavam a ter prazer no que estavam a fazer.



Deixamos um dos nossos vídeos




E agora acabamos com o nosso stock de corantes alimentares!! Se por acaso alguém tiver em casa corantes que não utilize, ainda que estejam fora de prazo (não são para comer), pode deixar na nossa sala que nós agradecemos.



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Flutua ou não flutua?




Era uma vez uma lagoa muito bela, com água tão clara e transparente que parecia um espelho. Ali viviam muitos animaizinhos, rãs e os seus girinos, nadavam patos, viviam garças e peixes. Eram todos muito bons vizinhos e todas as manhãs se cumprimentavam e saíam em busca de alimento. Assim viveram dia após dia, mês após mês, ano após ano. Contudo, algo de invulgar se estava a passar e ninguém sabia bem o que era. Alguns vizinhos começaram a mudar-se da lagoa e outros desapareceram. Mas ali estavam, num cantinho a rã Matilde e o peixinho Jorge. - Quem é que está a tossir? Perguntou o peixinho Jorge. - Sou eu, cof, cof, a rã Matilde. Como estás tu? - Eu? Não estou lá muito bem. respondeu o peixe Jorge. - E contigo… o que se passa? - O que se passa é que aqui já não se pode viver. Este lugar está cada dia mais escuro e sujo. Já não posso respirar… - Ah, nem me digas! - Isto já parece uma lixeira dizia o peixinho Jorge que, ao nadar, ia desviando latas de bebidas, cascas de fruta, sacos de plástico, papéis e todo o tipo de porcarias. A rã Matilde ficou calada por algum tempo enquanto tratava de limpar a pele, o que era bastante difícil, pois tinha manchas negras por todo o corpo. - Mas tu podes sair para a superfície e tomar um pouco de ar puro e limpo, enquanto que eu... - disse o peixinho Jorge. A rãzinha ligou ao que ele disse e saiu da água. Foi então que viu, para seu espanto, um fumo negro que vinha de uma grande chaminé, de uma fábrica enorme ali perto, mas ainda se surpreendeu mais quando reparou num tubo grosso que desembocava na água. Tudo era triste, não havia folhas, nem plantas à volta da lagoa. Já o ar e a água não eram os mesmos. Então a rã Matilde deu-se conta de que eram uns homens que envenenavam o seu ar e a sua água. Voltou a mergulhar, contou ao peixinho Jorge e, juntos, tomaram uma pequena mas importante decisão: reuniram todos os habitantes da lagoa: peixes, peixinhos e peixões, sapos, rãs, patos e garças. Fizeram cartazes, juntaram o lixo e até escreveram uma carta aos donos das fábricas. Nos cartazes e na última linha da carta podia ler-se a mensagem: “Ainda é possível salvar a Terra!”


Esta pequena história, cujo autor desconheço foi o mote para suscitar a curiosidade pretendida para uma atividade no âmbito das ciência experimentais.

Fizemos previsões e formulamos hipóteses.


Preparamos cuidadosamente o material necessário e em pequenos grupos testamos com todas as variáveis disponíveis (pedra, batata, berlinde, rolha de cortiça, plasticina, maçã e esferovite).





Registamos o que observamos em tabelas individuais



Como vamos por a batata a flutuar? Fizemos uma bóia de esferovite!!



Upsss!! A nossa educadora pôs a plasticina a flutuar!!


Os mais novos também experimentaram e registaram.




No final fizemos a conclusão e assinalamos numa tabela gigante todos os resultados


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Como se faz um tornado

A propósito de fenómenos da natureza e estados do tempo surge a palavra "Tornado". Reunimos o material necessário e mãos à obra...


No final, tiram-se conclusões e regista-se o que se observou e concluiu.


Click to play this Smilebox slideshow



O que acabamos de observar nesta experiência é um tornado simulado. Quando se agita a garrafa criamos um vórtice que devido à velocidade de escoamento da água origina a   formação de um cone invertido de água. Isto acontece porque a água que está mais próxima do orifício da garrafa tem uma velocidade superior.
No caso dos tornados verdadeiros, estes formam-se devido ao encontro de correntes de ar frio com ar quente húmido. Devido à menor densidade, o ar quente sobe, começa a formar-se um vórtice e, no final, um remoinho. A velocidade no centro do tornado pode chegar aos 400 km/hr. 

A explicação cientifica não é de fácil entendimento mas fica a ideia... e a certeza de que as crianças em idade pré escolar interessam-se por actividades de ciências experimentais.

Amanhã repetiremos a experiência adicionando corante à água. 

Ficamos agora à espera que apareçam imagens dos "tornados" criados em casa.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Os nossos feijoeiros e a cenoura K foguetão

"Os nossos feijoeiros não se desenvolveram, talvez porque tivessem água a mais, talvez porque tivessem água a menos ou quem sabe se terá sido o caracol que tínhamos (já o libertamos)de férias na nossa sala que o comeu."
E como somos persistentes tratamos novamente do assunto... agora é só esperar (outra vez).
 
Os nossos cresceram muito. Fizemos o registo e medimos cada um deles.
 

Sabemos qual foi o que cresceu mais... foi o do Joaquim. Parabéns.

 
Também fizemos a experiência da cenoura K foguetão (batizada por nós por se parecer com um foguetão)

Cortou-se ao meuio e retirou-se parte do seu interior fazendo um "pequeno copo"

 
Colocamos uns pés de suporte

 
Provamos
 
 
E aqui está ela, a CENOURA K FOGUETÃO

 
Todos os dias cuidamos para que tivesse água lá dentro e passado algum tempo...
(não temos fotos, amanhã coloco foto de registo das crianças)


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Um vulcão... (a fazer de conta)

Desde que viram a caixa nas mãos da educadora Teresa (sala E) nunca mais se calaram... (até porque a curiosidade estava instalada com a experiência da lâmpada de lava).
A pergunta que sobressaiu foi sobre vulcões e dinossauros: "Este vulcão é como os do tempo dos dinossauros?, Funciona a sério?"

Reunimos o material necessário
 
Observamos o protótipo do vulcão por dentro


E fizemos a experiência (com os dinossauros por perto, pois tá claro)!!
 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Lampada de lava

Hoje dedicamo-nos a mais uma atividade de ciências experimentais "A lâmpada de lava"

 
Colocamos óleo num copo grande  transparente
 

Juntamos corante alimentar num copo de água

 
Deitamos a água com corante no copo transparente onde estava o óleo

 
A pouco e pouco verificamos que a água vermelha ia descendo

A água ficou no fundo do copo.
 
A primeira conclusão foi a de que a água com o óleo não se mistura. A água foi para o fundo porque é mais pesada que o óleo.
 
De seguida colocamos uma pastilha mágica (pastilha efervescente)
 
 
E foi então que... (vejam o vídeo)
 
 
Porquê?
 
Porque a pastilha liberta gás carbónico. (Ao libertar-se empurra a água para cima)

"It`s magic"